Fugir do Restelo
Notas Prévias:Todo o plantel e equipa técnica resolveram por decisão da SAD ir para o Couço para melhor preparar os jogos que aí vêem.
Jogamos contra o Valenciano para a Taça de Portugal e depois contra o Marítimo para a I Liga.
Excelente medida da SAD do meu Clube, porque em Belém já não há condições para se jogar quanto mais para treinar.
E, nesta matéria, vejamos que dos 6 jogos feitos fora-de-casa, empatámos 4.
Há, no entanto, uma medida que a SAD pode tomar: deixar de jogar no Restelo e não tem de prestar contas a ninguém a ninguém para o efeito. Proponho que se passe a jogar em Setúbal, caso os calendários dos dois clubes a tal o permitam.
De facto, à conversa com alguns amigos que ainda vou tendo por aquelas bandas, as conclusõees são mais que óbvias.
O Restelo queima a paz de qualquer mortal, daí alguns de nós glozarmos com a situação ao sugerir no pacote ou kit que venha a ser instituído para novos sócios (sim, eu sei...) que seja feita uma apólice de seguro de Vida.
Mal comparado, estamo-nos a aproximar dos indíces de violência observados em Alvalade, isto porque nasceu uma nova categoria de sócio ou adepto: o assobiador militante.
E é triste termos de fugir de casa para fazer os TPC.
Posso não concordar com este treinador, mas em que estado está uma equipa que selectivamente tem vindo a ser sacrifida dos seus melhores elemetos, Zé Pedro e Yontcha.
Posso não concordar com determinadas medidas, mas que fazer ao assobiador-militante, sendo certo que aquela equipa é jovem e precisa de tudo menos de assobio.
Querem mandar embora o treinador? Força, também entro nissso, mas não entro em cowboyadas.
E até argumentos de cariz técnico para o mandar embora, porque só um burro não vê que os avançados andam sózinhos e desacompanhados do meio-campo, que se for necessário mudar o modelo de jogo em tudo para a frente há que meter jogadores que recuperem a segunda bola e isso não há.
E há, até, argumentos de natureza pública, que têm sido as infelizes e sucessivas declarações de JCP sobre o nosso Cliube, dando idéia que não sabe onde está.
Chateia-me ver um Paulo Sérgio em Guimarães e não na sua casa natural, que é o Restelo.
Há vários pormenores que os assobiadores ou assistentes de última hora, em determinados jogos, podiam e deviam levar em consideração, sendo o principal o facto de a equipa ser jovem em demasia para receber este tipo de tratamento que desmoraliza qualquer um, mesmo profissional há longa data.
Outra coisa, quem é que sugeriu ao jornal O Jogo investigar o valor da factura do estágio?
Às tantas, estamos a lá por mero convite, ouu Vale Garrão foi pago?
O grupo de trabalho do Belenenses já está concentrado em Couço, uma localidade do concelho de Coruche, onde ficará até amanhã alheado da pressão e críticas vividas ao longo dos últimos dias. Os resultados da equipa, principalmente o desaire por 0-3 frente ao Paços de Ferreira, agudizaram o desagrado dos sócios e adeptos do Belenenses, facto que tem transmitido mais intranquilidade ao grupo.
Também para fugir ao ambiente do Restelo, o grupo de João Carlos Pereira partiu para a Estalagem do Sorraia. 120 quilómetros de distância de Lisboa, pouco mais de hora e meia de viagem, tudo para os atletas terem tempo e espaço para se reencontrarem com a tranquilidade. E nem para falar estão autorizados neste período. "Ninguém fala, os jogadores estão concentrados", é a resposta oficial.
O local parece propício ao repouso mental, dado que o esforço físico está a ser intenso, tendo como base de avaliação o dia de ontem: duas sessões de treino, ambas exigentes. Sem pressões, os jogadores do Belenenses trabalham no mesmo local onde a Croácia já ficou alojada no Euro'2004 e por onde já passaram a Selecção Nacional, os sub-21, o Benfica e o Marítimo, entre outros. Ginásio, jacúzi, banho turco, churrasco, campo de ténis, piscina, praça de touros, tudo está incluído no espaço a utilizar pelo grupo de trabalho. O preço a pagar pelo Belenenses, esse, não foi possível confirmar, mas pesquisando em sítios de turismo, o normal nesta época por um quarto duplo pode ir aos cem euros.
Tudo em nome de um miniestágio do qual se espera que renasça uma equipa mais sólida, confiante e eficaz do que a que se viu até agora. Refira-se que os lesionados Yontcha e José Pedro ficaram em Lisboa, enquanto Tiago Gomes e Diakité estão condicionados.

O amigo fêqêpê ou Belenenses pede explicações
Notas Prévias:Tenho estado a repor a minha leitura sobre o Belenenses em dia, para não dizer mais disparates que aqueles que vou aqui dizendo, mas esta notícia deixa-me francamente hostil ao fêqêpê.
Mas que liberdade existe lá para as bandas do Dragão?
Estas e outras, como a não cedência de jogadores, ou a água que devem dar a beber a certos jogadores que nos cá vêem buscar, chegando-se ao cúmulo do Rolando ter lesionado o Zé Pedro, tal como se viu, sem que tivesse o menor gesto público desse jogador na assunpção de culpas que se calhar não teve, dado que o ábitro resolveu não marcar falta.
Logo, na teoria deles, não houve falta, mas lixou-nos um jogador. E que jogador!
A direcção do Belenenses quer «explicações e apurar as devidas responsabilidades» sobre o terá impedido a entrada de símbolos do clube no Estádio do Dragão, no jogo da nona jornada.
Em comunicado divulgado site, o Belenenses refere que os seus adeptos foram impedidos de entrar com «faixas e outros materiais» alusivos ao emblema do Restelo.
A Direcção esclarece que a claque Fúria Azul, tinha «previamente informados pelas forças de segurança de que não poderiam ser portadores de faixas ou estandartes».
O clube de Belém lembra ainda que «é da mais elementar liberdade individual e colectiva que cada adepto envergue livremente as cores e os símbolos do seu clube»,
No comunicado lê-se ainda que a direcção «já contactou as várias entidades envolvidas, no sentido de obter as explicações que se impõem e apurar as devidas responsabilidades».

O elevador de Belém
Viana de Carvalho afirmou ou deixou passar a idéia de forma pública de esperar o milagre de alguém não conseguir reunir os pressupostos financeiros para que o Belenenses surja a aproveitar-se da situação:Apesar da descida de divisão, o presidente do clube do Restelo ainda acredita que poderá estar presente na liga Sagres na próxima época, uma vez que em 2009/2010 haverá um maior rigor na inscrição das equipas com dificuldades financeiras.
O recém-eleito presidente do Belenenses, Viana de Carvalho, confirmou que irá “honrar os compromissos salariais com os jogadores, assim como os fiscais” durante a próxima semana.
Após a garantia de todos os requisitos financeiros cumpridos, o presidente “azul e branco” informou que irá estar atento ao “cumprimento dos outros clubes”, para perceber qual as hipóteses de manutenção na Liga Sagres por parte do Belenenses.
Decididamente, o Clube de Futebol "Os Belenenses" transformou-se na área do futebol no elevador de Belém.
Passamos, tal e qual o Barreirense, quando embarcou na estupidez do ecletismo exarcebado e profissional, numa espiral de dívidas que o conduziu ao que é agora. De montes de dívidas ao Estado, ficou sem o seu antigo e simpático Estádio D. Manuel de Melo.
O Belenenes está a atravessar essa fase em que ninguém, ainda, caíu em si, para variar, os estragos que o profissionalismo ou o falso amadorismo que as modalidadse acarretam para o Clube em consequência pra a sua menor visibilidade.
Punhamos as coisas neste plano: qualquer jogo de futebol que o Belenenses ganhe e jogue bem, transmitido pela televisão, dá mais prestígio que umas tacitas, caso hajam, de uma ou duas modalidadse onde se gastem 1 milhão de euros por junto.
Só nós não aprendemos quer com os nossos erros, quer com o gradual desaparecimento de outros clubes porque somos tacanhos de natureza e gostamos de ser masoquistas e, ainda, porque o Bingo vai dando dinheiro.
E por falar nisso, surpreende-me que os meus consócios que estejam à espera do milagre de terceiros não consguirem os pressupostos finaceiros para se inscrever na Liga.
Se aquilo fosse rigoroso, apenas 6 ou 7 emblemas lá se inscreviam, entre eles, nós, por milagre de sei lá bem o quê, e se em Portugal os contratos fossem para cumprir, se calhar os tolos dos jogadores não iriam na canção do bandido em receberem uns tostões de prémio de assinatura do contrato e ficarem a ver navios o resto da temporada.
Se eu fosse jogador, na certa não iria jogar no Vitória de Setúbal, isto a título de exemplo, não só pelo seu grau de endividamento, mas também porque já não têm bens patrimoniais para sustentar qualquer empréstimo ou PEC.
Portanto, trabalhar com garantia quase a 100% de deixar de receber antes do Natal não era para mim, apesar de ser funcionário público.
E em matéria de termos ficado na I Liga é algo que não me orgulha, na medida em que fomos em toda a temporada suficientemente inconpetentes para merecermos ficar na I Liga.
Mas há ainda outro pormenor: há muita gente no Restelo que necessita dum banho de humildade, de saber perder e não armar-se em xico-esperto à pála de erros terceiros, seperando na secretaria ganhar o que não se ganhou em campo.
Toda esta conversa para eseplhar o meu desagrado em relação ao estado actula do meu Cluube, onde:
PESSOALMENTE: penso que o tempo que teho pela frente não me vai permitir ter este desgosto, mas estou habilitado, dado que ainda não parei de lutar e ainda hoje saí do IPO e já aqui estou.
Etiquetas: Clube, Modalidades, SAD

Viana falou, mas fica o mas
Ainda bem qque Viana de Carvalho revelou em público alguns dos números da SAD.Efectivamente, este ano estamos a viver a espensas do exercício do ano findo, sob a clrividente batuta de Sequeira e Barbosa, com todas as as asneiras daí decorrentes e, diga-se, alguma cumpliciodade de muitos que agora assobiam para o lado, mesmo em blogues.
Números esses que me foram revelados e pouco faltou para ficara com o cabelos em pé e só não fiquei, porque se há coisa que agora me sobra tempo é ouvir as notícias, sendo certo que se a nossa SAD está tecnicamente falida, não é menos verdade que só a do FC Porto se safa de tal desiderato.
Vi e atentei nos números das SAD's dos lampiõies e lagartos e é de arrepiar, tal como no nosso casa.
Dir-se-á que com o mal dos outros pode a gente bem, mas não é assim.
Para os que me lêem com regularidade deverãao ter já lido a minha previsão de falência técnica das SAD's.
Aliás, o Artigo 35º dp Código das Sociedades dificilmente se aplica ás sad's.
Viana falou e disse da sua justiça sobre o treinador, mas tenho algumas dúvidas sobre o real sentido das suas palavras, mas porr aqui me fico, querendo-me parecer que nem sempre o que parece é.
Será que Viana é o único a ter opinião na SAD?
Será que a opinião dos sócios sobres estes treinador, pelo qual ninguém morre de amores não será decisiva não direi já, mas num futuro muito limitado?
O treinador não presta e a equipa irá, na minha opinião, perder em casa com o Marítimo.
E aí, como vai ser?
Depois, há outra coisa que me precupa bem mais que perder um jogo, que coniste no efeito substituição que dterminada modalidade está a fazer ao futebol.
Viana de Carvalho, presidente do Belenenses, coloca ponto final da contestação ao treinador João Carlos Pereira. Em declarações a A BOLA o líder dos azuis revela total confiança no trabalho desenvolvido pelo técnico e acredita que no final da época o objectivo será alcançado. «Se continuarmos na senda da época anterior o clube terá os dias contados e para isso eu não servirei», alerta.
Nem os lenços brancos, nem as vaias nem a concentração de adeptos que levou o treinador João Carlos Pereira a deixar o Restelo por uma porta lateral, depois da derrota frente ao P. Ferreira, são suficientes para abalar a convicção de Viana de Carvalho, presidente do clube. Depois de ouvir os seus colaboradores e de analisar a situação, tomou uma decisão: o Belenenses vai manter o treinador.
«No ano passado houve pressões para substituir treinador, fez-se a mudança à quinta jornada e no final do ano estávamos na segunda divisão, com dispêndio de milhão de euros para pagar a treinadores. Esse não pode ser o nosso caminho, o caminho tem que ser de estabilidade e tranquilidade. Peço aos adeptos que procurem dar estabilidade, pois com permanente instabilidade o Belenenses só piora de ano para ano», alerta o presidente, ciente de que os adeptos estão descontentes com os resultados mais recentes.

«Estou triste, não estou satisfeito com nível exibicional, mas reconheço que equipa entrou bem com o P. Ferreira, criou oportunidades, sofreu golo de forma fortuita e com aumento de contestação dos adeptos o nível de confiança foi baixando. Digamos que há que melhorar a confiança dos jogadores para que ao longo de todo o jogo e especialmente em casa mantenham níveis de confiança altos», disse Viana de Carvalho a A BOLA.
Para reforçar a ideia de que João Carlos Pereira está seguro no Restelo, o presidente vai mais longe: «A prova de confiança que demos ao treinador foi a sua contratação. Esse assunto foi resolvido no dia da sua contratação. O clube não pode, quer por motivos desportivos, quer extra-desportivos, entrar num rumo em que perde dois jogos e muda de treinador. Vamos perder e empatar mais até final do campeonato. Se a cada derrota equacionarmos mudança de treinador o caminho do clube será apenas descendente».
Viana de Carvalho admitiu ainda que poderá haver acertos de plantel na reabertura do mercado, em Janeiro, mas sempre pontuais e «sem loucuras». Afinal, revelou, não há mesmo dinheiro: «Todos os adeptos têm de ter presente que o Belenenses teve 4,7 milhões de prejuízo na sua SAD na época passada. O clube vive momentos extremamente difíceis, e não podemos nem vamos embarcar em loucuras. O clube tem que estar acima, controlado, numa postura de grande rigor financeiro».

Andebol: nova vitória sobre o Sp da Horta
O Núcleo dos Amigos do Andebol e a Secção de Andebol pedem a divulgação para este jogo que é muito importante para a nossa equipa."O jogo com o Sporting da Horta é o início de um ciclo decisivo no percurso da nossa jovem equipa a vitória é fundamental para não descolarmos das equipas da frente.
O apoio e incentivo dos adeptos têm sido e continuará a ser importantíssimo nesta nossa caminhada.
Contamos convosco"
João Florêncio (Treinador da equipa senior de Andebol)
"Os sócios e simpatizantes do Belenenses são o exemplo da força adicional que precisamos para vencer este difícil adversário, continuem a acreditar em nos, tudo faremos para dignificar a camisola que envergamos!"
Pedro Matias (Capitão da equipa sénior de Andebol)

Não há condições
Pessolamente,já não me restam quiaquer dúvidas da necessiidade urgente de enviar João Carlos Pereira para o lote dos dispensáveis antes que faça mais estragos.O ontem, apenas ía sabendo os resultados parcelares, via telemóvel, porque não quis sujeitar a Família a mais um desaire vergonhoso, em casa, perante uns amarelos, que, também eles andam à proura do seu melhor caminho, apoós atroca de Paulos Séregio por Ulisses Morais.
Estes último perdeu com a Naval connosco e agora vem cá abaixo e aplica-nos s chapa 3.
É deseronso para um Clube que anda acelebrar os seus 90 anos de história.
E que história via ficar por contar nos 90 anos se continuarmos assim?
Miguel Ferreira vai ter de se desenrescar e arranjar novo treinador.
Credível,s se não der muito mau jeito.

As palavras de Nélson, a este respeito são elucidativas:
O que é que fica? Fica um resultado negativo. Tivemos uma primeira parte equilibrada, mas ao sofrermos o segundo golo, a equipa desorientou-se e mostrou alguma falta de personalidade. Temos uma equipa jovem, mas quem se esconde do jogo não pode ser jogador, temos de assumir responsabilidades, era um jogo ao nosso alcançe. A crítica é para todos, temos de assumir que podemos fazer mais e melhor, temos de ter orgulho em ser jogadores do Belenenses
Etiquetas: Clube, SAD, Época 2009/2010

Ficam estas dicas
Não é notícia que o signatário muito dificilmente poderá permencer nesta Vida durante muitos anos, embora a minha situação actual seja estável, o meu corpo, porém, mesmo nas teclas deste computador, não responde da mesma forma.Não sei se por falta de treino, se por "tendinites" sucesssivas.
Tenho sido cliente habitual do IPO, sendo que nesta minha última estadia correspondeu, também, à cerimónia observada no Casino Estoril, em que não pude estar presente, juntamente com a minha filha, para lá recebermos os emblemas de 25 anos de sócios, correspondentes aos sócios 4327 e 4328.
Tem piada qua há 2 ouu 3 anos estive lá com o meu pai para ele receber o seu emblema de 50 anos, correspondente ao sócio nº 222.
Porém, o Presidente do meu Clube, o Dr. Viana de Carvalho, que passou, também ele, neste singelo gesto de um visita ao hospital não parou de me surpreender ao lá ir visitar-me, juntamente com o meu Amigo Vítor Ferreira, o qual tratou da parte fotográfica, e fazer a entrega pessssoal dos referidos emblemas.
Coisa que agradeci de forma algo emocionada e de Belenenses e os seus problemas lá falámos a três aquilo que o tempo permitiu.
O meu Bem-Haja Dr. Viana de Carvalho, ficando aqui a constar que também ele passou para a categoria dos meus Amigos, que não é muito longa.
Olhando para as fotos que o Vítor me remeteu, até nem tenho a cara que o corpo diz ter, mas lá está a tal força de vontade que me vem sei lá bem de onde em não me querer vergar a esta maldita coisa que alguns apelidam de "doença" ou a qualidade do fotógrafo, não sei bem, lá transformaram a cara de doente em cara mais normal.
Falámos de coisas dos Belenenses, e estava presente o meu pai, o qual solicitou ao Presidente que faça o favor de ensinar o caminho da rua ao treinador que lá temos.
Mas, se as surpresas fossem só a nível directivo, desenganem-se, já que o meu caro Amigo Pedro Patrão fez questão de ser visita assídua do signatário (2 vezes em 2 semanas e meia é bom ouvir vozes azuis), sendo que sea primeira me surpereedeu em absoluto, já na segunda fez questão de me voltar a surpreender ao trazer-me literatura azul e uma camisola autografada de vários elementos do plantel azul.
A eles, o meu sincero obrigado, não só pela visita de cada um deles, mas pela oportunidade nas minhas actuais condições de saúde.

A AG de 24 de Setembro
Aquando da última e tão aguradada AG do Belenenses, estava numa posiçõa em que nem sequer os jornais deraam qualquer destaque aos que lá foi ou deixou de ser discutido e decidido, pelo que só por aqui podemos ver o quanto caímos na escala de valores para os jornalistas ditos desportivos.
E todos os dias me compravam, pelo menos, dois jornais para ir sabendo qualquer coisa do meu Clube.
Entendi, depois de devidamente ponderado, que quer o Hugo Canaipa Henriques, quer o Ricardo Schedel não se importariam de eu aqui transmitir a opinião deles sobre o que láse passou. o primeiro é um sócio tal como todos os outros, vivendo o Clube de forma sensívelmente semelahnte à do signatário. o Ricardo Schedel, como sabemos, já tem ocupado diversos lugares de dirigente, tendo sido parceiro do Cabral Ferreira no seu último mandato da SAD.
Lamento bastante que se tenha deixado por esclarecer determinados abusos de confiança da gestão da coisa azul, uma vez que passámos mais uma assembleia-geral com a culpa a morrer solteira em relação ás asneiras contemporâneas e de todos nos conhecidas, quase valendo a pena eleger o Zé da Esquina para govrenar a Nau Azul.
Resolvi dar enfâse ao último parágrafo, uma vez que é um sentimento comum a quem é meramente sócio e a quem é ou foi dirigente. Ou seja, para meia-palavra, basta o que ambos sentem, que, no fundo, é comum ao signatário.
É o que vou passar a relatar, sem omição de qualquer coisa.
A AG segundo Hugo Henriques:
Eu estive na AG de ontem e resume-se de forma muito simples:
- 90% do tempo (a AG demorou cerca de 2h45) a discutir se deviam ser votados os orçamentos de 2009 e 2010 com base em ano civil, uma vez que os novos estatutos (aprovados mas que ainda não estão em vigor) definem que o orçamento deve contemplar anos desprtivos;
- 10% a falar das contas de 2008 e dos orçamentos de 2009 e 2010.
Acho que os nomes JB e FS nem sequer foram referidos, por isso, podes ver como se falou muito das respectivas gestões...
Resumindo, saí da AG com a noção que não fui lá fazer nada. Cada vez se ocupa mais tempo das AG do clube a discutir questões legais/processuais e menos a falar do clube e dos seus problemas...
E então de futebol, zero x zero, nada! Os sócios do Belenenses, maior accionista da SAD, não têm direito a saber/discutir futebol nas AG do clube...
Quanto a acabar com modalidades, foi repetido pelo presidente VC na sua intervenção o que já havia dito na campanha, ou seja, se for preciso acaba com modalidades. No entanto, o vice presidente da área financeira na apresentação dos orçamentos, não só não falou nisso, como até disse que os custos nas modalidades amadoras não são um problema, o problema é o baixo nível de receitas... Entranto vamos ter mais um défice previsto nas modalidades de cerca de 1,4 milhões de euros (acumulado 2009 e 2010) e gostava de vir a saber qual vai ser o corte previsto na SAD para 2010, só para perceber bem o esforço de contenção que é pedido a uns e outros...
Apesar de ter gostado da apresentação feita pelo vice presidente da área financeira, a documentação entregue relativamente ao orçamento contempla apenas 3 ou 4 páginas, portanto poucas conclusões se conseguem retirar. As modalidades foram apresentadas como um "bolo" sem qualquer detalhe (agora percebo a frustação do Ricardo Schedel ao receber certas críticas), não se falou das piscinas, enfim, é como já disse, ocupa-se o tempo a falar do que não interessa e depois falar de números, tá quieto que depois os habituais fregueses da AG começam a ver a meia-noite a aproximar-se e querem é que se toque o hino para irem embora...
Ao contrário de alguns/muitos sócios, eu estou satisfeito com o trabalho da Direcção até agora. Mas vejo este orçamento muito alicerçado no aumento das receitas com as quotas dos sócios e das quotas suplementares (+25%) e interrogo-me se isso vai ser conseguido se a equipa de futebol não fizer um bom campeonato. Ou aparece um campanha de angariação e recuperação de sócios brilhante, ou andamos sempre à volta do mesmo: é o futebol que puxa as pessoas para os clubes, esqueçam o andebol, futsal, rugby, basket, não vale a pena, em Portugal as pessoas querem futebol e é aí que nós temos que apostar, porque de outra forma é o definhamento irreversível...
Dou alguma tolerância à pouca informação adiantada, face ao que vivemos neste último ano e meio, mas espero que exista algo mais concreto e abrangente no próximo orçamento porque foi tudo muito superficial.
Para terminar este testamento, tenho que dar nota de uma intervenção do consócio Paulo Trindade (um dos habituais oradores nas AG) a chamar a atenção para os gamanços que sofremos em Braga e com o slb e para a necessidade da direcção vir para comunicação social defender o clube e a equipa. Parece que não sou o único a não aceitar esta passividade dos nossos dirigentes!
A AG segundo Ricardo Schedel:
Também estive na AG e partilho tudo o que o Hugo escreveu. Vou apenas fazer alguns acrescentos (considerações).
As contas de 2008 são a repetição quase verba a verba das contas de exercícios anteriores (incluindo as dos anos em que fiz parte da Direcção do Clube), mostrando os mesmos “vícios” já antigos e que me levaram a não querer acompanhar o Cabral Ferreira no seu segundo mandato e a ter ficado apenas na SAD. Foram aprovadas por esmagadora maioria, incluindo por mim, e sem grande discussão, porque estão bem elaboradas pela empresa de contabilidade que as faz e, por isso, enquanto meras contas contabilísticas não há nada a apontar-lhes. Já quanto à política desportiva de que elas são o espelho, haveria muito a dizer, mas não vale a pena estar a discutir a política desportiva de 2008…
Vamos agora aos orçamentos. Ao contrário do que eu fazia, apresentando Custos e Proveitos (ao arrepio dos Estatutos da altura, confesso), voltou-se àquilo que de facto está (erradamente) nos Estatutos, ou seja, Receitas e Despesas. Felizmente que nos novos Estatutos, e a grande insistência minha, lá aparece que os orçamentos serão de Custos e Proveitos e não de Receitas e Despesas. Isto pode parecer minhoquices de contabilista, mas já vou explicar. Reparem: as contas de 2008 deram um prejuízo de mais de 2 milhões de euros e as de 2009 irão decerto pelo mesmo caminho, porque entretanto nada se alterou. Ora se o Orçamento para 2009 prevê um resultado positivo, algo deveria estar errado. Mas não está. Porque no Orçamento de Receitas e Despesas não entram, pela sua natureza, uma série de coisas que depois entram nas contas.
Mas há mais: Receitas é tudo aquilo que é efectivamente recebido, Despesas é tudo aquilo que é efectivamente pago. Exemplificando: o Belenenses contrata um jogador de andebol com um salário astronómico, mas não lhe paga nesse ano, ficando com salários em atraso. Pois bem, é Custo desse ano, mas não é Despesa. E, assim, se pode distorcer toda a realidade. O Vice-Presidente Financeiro, falando das Despesas das modalidades, disse que as mesmas continham verbas de salários atrasados de anos anteriores. Ora esses valores já apareceram nos Custos do ano em que efectivamente deveriam ter sido pagas. Assim, quando vemos os valores do Orçamento, nunca sabemos se se referem ao que se quer gastar nesse ano, ou se são verbas de anos anteriores, ou se não incluem verbas que se vão gastar mas não pagar. Olhando para aqueles valores não se percebe qual vai ser a realidade desse ano. É por isso que os Orçamentos apresentam valores positivos e depois as contas apresentam valores super-negativos.
Os Orçamentos de Receitas e Despesas não servem para rigorosamente nada, nem como o Presidente do Conselho Fiscal tanto insistiu, para permitir ao dito Conselho ir acompanhando a sua execução – o Orçamento está à partida sempre bem executado, porque se não houver dinheiro não se paga e não é, portanto, Despesa. Como o Belenenses não tem um poço de notas escondido, nem há já mecenas, as Receitas são sempre superiores às Despesas – só se paga o que se recebeu. Se se recebeu pouco, paga-se pouco e as dívidas daí resultantes ficam para o próximo pagar. Conclusão: as Receitas são sempre superiores às Despesas (ou, no mínimo, iguais). Por isso, repetindo-me: Orçamentos de Despesas e Receitas não servem para rigorosamente nada. Por isso é que, ao arrepio dos Estatutos, sempre apresentei Orçamentos de Custos e Proveitos (e muito penalizado fui por isso…). Agora, com os novos Estatutos, vai finalmente ser necessário apresentar Orçamentos de Custos e Proveitos que depois se podem comparar com as contas finais – e então é que se vai ver. Nessa altura, sim, se poderão confrontar as direcções sempre que as contas finais não condigam com os Orçamentos apresentados. Nessa altura, sim, já o meu amigo Fernando Veiga Gomes poderá com propriedade “ameaçar” os faltosos com a impossibilidade de se candidatarem nos próximos 5 anos. Agora, com Orçamentos de Receitas e Despesas, infelizmente não.

Mas, apesar do que disse atrás, vou falar sobre o Orçamento para 2010 (sobre o de 2009 não vale a pena, pois o ano já está no fim e o mesmo é apenas um mero exercício teórico – por isso abstive-me na votação). Verifiquei uma coisa boa: voltou a estar consagrada (também em 2009) a entrega de € 1.800.000 à SAD. Passada está, parece, a época em que não se entregava nada (como quando estive na SAD), ou em que se “roubavam” € 300.000 à facturação da SAD, para a mesma não apresentar lucro e poderem assim justificar o empréstimo. Verifiquei, por outro lado, com tristeza, que no mesmo está consagrada uma verba superior a 700 mil euros para as modalidades (apesar de estar previsto um grande aumento dos patrocínios, o que significa que se vai gastar mais). Se em 2009 a verba prevista engloba o pagamento de salários atrasados do ano anterior, para 2010 o Vice-Presidente Financeiro justificou a verba com a vontade de sermos campeões. Isto é, gasta-se dinheiro com as modalidades para sermos campeões, mas não se aumenta a verba para a SAD que, assim, continuará a ter dinheiro apenas para uma equipazinha razoável. Se em 2009 se compreende, porque era preciso arrumar a casa, depois do descalabro fugitivos/CG, para 2010 esperava um aumento da verba para a SAD, em detrimento das modalidades. Ou então, mantinha-se a verba para a SAD e pagava-se uma parte maior do nosso Passivo – neste Orçamento não está previsto nada para amortizar parte do empréstimo (isto é, continua-se a pagar os juros e amortizar nada). Por isso votei contra o Orçamento.
Para acabar, vou roubar um parágrafo ao que o Hugo escreveu:
Ao contrário de alguns/muitos sócios, eu estou satisfeito com o trabalho da Direcção até agora. Mas vejo este orçamento muito alicerçado no aumento das receitas com as quotas dos sócios e das quotas suplementares (+25%) e interrogo-me se isso vai ser conseguido se a equipa de futebol não fizer um bom campeonato. Ou aparece um campanha de angariação e recuperação de sócios brilhante, ou andamos sempre à volta do mesmo: é o futebol que puxa as pessoas para os clubes, esqueçam o andebol, futsal, rugby, basket, não vale a pena, em Portugal as pessoas querem futebol e é aí que nós temos que apostar, porque de outra forma é o definhamento irreversível...

Liga mais pobre
Notas Prévias.O arranque da Liga Sagres e, também, da Liga Vitalis, veio demonstrar que a generalidade dos clubes portugueses está de tanga.
A falência aqui por mim denunciada vai já fazer muito tempo da tentativa de se profissionalizar o futebol nacional e fazê-lo competir com os congéneres de outros países está a conduzir à morte de alguns clubes, á agonia de outros e ao estado de pré-agonia de uns quantos.
Este ano foi um ver se te avias em verificar clubes em desistirem pura e simplesmente das competições.
No nosso caso, entendo que estamos já no patamar de pré-agonia embora não tenha sido agravada pela estupidez interna em se recusar em recorrer aos empréstimos de uma forma mais clara.
Estupidez essa agravada pelo recurso ao ecletismo para demonstrar que ainda somos gente.
Uma vez aqui defendi que o Clube devia ter uam política de aliançãs, não só de alianças com os nossos pares da I Liga, mas sobretudo de alianças ou mediante protocolos de permuta de jogadres com clubes abaixo do nosso patamar. Não há, de facto, outra forma a dar corpo ao nosso plantel que não seja o recurso a juniores, jogadores emprestados via I Liga ou jogadores comprados a outros emblemas com os quais devíamos ter relações previligiadas, nomeadamente clubes nossos vizinhos.
Sejamos honestos, a política de empréstimos não devia ter cor. Mas, no nosso caso, e pelo que vou lendo a nossa política de empréstimos é boa se vier do Norte e péssima se vier da 2ª Circular.
Outro dia respondi aqui a um consócio daqueles os que assim pensam mais não passam de marialvas que pendurados de cabeça para baixo só deitam cotão.
Neste momento, o Belenenses apenas deita cotão.
É que associado à política de empréstimos devia estar a tal política de alianças e aí ficamos sempre tramnados ao dar sempre a cara quando so outros a escondem, ao darmos o Coroado em oposição ao Pereira e depois lixamo-nos no jogo de cada dia.
E ainda somos gozados e omitidos nas constantes crónicas dos principais jornalistas desportivos, os quais por não alinharem no nosso diapasão, mais que gsto e estafado e sem pretensões a coisa alguma, entendem, ainda assim, alguns de nós que devíamos ter para eles a importância que os factos não condizem com o objectoi da notícia: é que nós não somos notícia de coisa alguma.
Ora, vejamos:
Este é um tempo de esperanças, promessas e fé. Com maior ou menor legitimidade, todos têm sonhos cor-de-rosa, o futuro como que surge embrulhado em luzidia felicidade perante a convicção de que o amanhã será risonho.
Recusar o pessimismo é mais do que uma obrigação, desviando-o dos caminhos - de todos os caminhos! - que importa percorrer.
Na pré-época só há vencedores. Para muitos, é uma pena que o clima que antecede cada temporada sofra transformações à medida que a temporada adquire cadência. Na incerteza, é melhor aproveitar esta folga, enquanto os tribunais (de dirigentes e adeptos) estão encerrados ou nada exigentes.
Como sempre, é a força mobilizadora dos três «grandes» que absorve maiores expectativas e alimenta a especulação, com o F.C. Porto a cumprir a sina de «campeão do mercado», igualando o volume da facturação (42 milhões de euros ou... mais, só com as saídas de Lucho e Lisandro, para lá de outros trocos) à capacidade ganhadora que lhe corre nas veias. E Bruno Alves à espera...
Pese o contingente das aquisições já consumadas, importa, ponderar dois aspectos:
- a consciente dúvida quanto à imediata imposição de jogadores com lastro indiscutível - Belluschi, Falcão, Álvaro Pereira (F.C.Porto), Matias Fernandez (Sporting), Saviola, Ramires, Shaffer, Patric (Benfica);
- a seriedade para lamentar as deserções de unidades de exuberante qualidade competitiva - Lucho, Lisandro (F.C. Porto), Derlei (Sporting), Katsouranis, Reyes (?) Suazo (Benfica).
Qualquer que seja a argumentação no sentido de desdramatizar as perdas - a excelência de ontem não pode transformar-se hoje em vulgaridade... - julgo que, no plano de rendimento objectivo, nenhum dos «grandes» tem razões para festejar. Sem me envolver em qualquer exercício especulativo tendente a apurar lucros e perdas possíveis ou previsíveis, já me parece razoável considerar o seguinte:
- F.C. Porto é a equipa mais lapidada face à natureza das perdas - o «comandante» (Lucho) e o goleador (Lisandro);
- Sporting perdeu o mais encartado desestabilizador dos adversários em função da mossa competitiva que imprimia à própria equipa (Derlei);
- Benfica viu partir o equilibrador estrutural (Katsouranis), para lá de ter de abdicar do talento genético de Reyes e da velocidade desenquadrada de Suazo.
Neste tempo de esperança - ou mesmo de euforia para alguns, sem importar se construída de forma mais artificial do que objectiva! -, percebe-se que todos preferem inventariar os lucros orçamentados com os que chegaram de novo.
Por mim limito-me a confessar que Lucho, Lisandro, Derlei, Katsouranis, Reyes e Suazo nos fazem falta. É-me indiferente se os clubes não o assumem. Para estrangeiros como esses haveria sempre espaço no futebol português, qualquer que seja a natureza das carradas que têm chegado. E falta saber se as (grandes) saídas já fecharam...
Etiquetas: Liga Sagres, Época 2009/2010

Apens um bom rapaz
Nesstes dias de ausência destas coisas de dar nas teclas e, sendo engraçado, mas não é, apesar de agora ter mais disponibilidade para as ditas, o meu estado não me permite, ainda (espero que ainda), grandes estadas frente a um pc, não deixei, porém, de ir tomando algum contacto com a coisa do Clube, sendo certo que o meu irmão, o meu pai e um dos meus sobrinhos, todos com o bicho do Belenenses, lá me íam dizendo a sua opinião sobre cada jogo ou sobre coisa à volta dos jogos.Se eu fosse a ligar apenas à opinião do meu sobrinho, então teria aqui pano para mangas para só dizer mal e muito mal, já que nem sequer o jogo em Alvalade lhe tirou a má opinião quer da equipa, quer do treinador.
É o caso do treinador, o qual, pelo menos desde o jogo amigável com o Vitória de Setúbal, eu constatei não passar de ser um bom rapaz e, na dúvida, solicitei opinião a um meu amigo, consócio e, também, ex-dirigente, o qual me traçou o seu perfil numa só palavra: fraquinho.
Ora bem, separemos o que me é dito daquilo que eu observo, para não ser induzido em erro na apreciação.
E aqui observo um treinador que nada arrisca e, por norma, concede toda a primeira parte aos respectivos adversários desbobinarem o seu futebol, ficando a equipa encostada ás cordas numa reabilitação só possível se tivesse jogadores para isso.
Não entendo a razão pela qual um treinador, mesmo com a equipa a jogar em casa, entra numa toada do deixa ver como param as modas e só depois, na segunda parte, tentar arriscar mais qualquer coisa. Ele é pago para que os jogadores, assim-assim, maus ou menos maus que lhe deram e ele aceitou, sem pestanejar, para que a equipa ganhe.
Passou semanas a reclamar pelos jogadores que, segundo ele, lhe faltariam: defesa que fosse patrão e avançado. A Admisnistração da SAD, num último forcibg, deu-lhe o Beto, o Adu e o Lima, este, então, nos limtes da inscrição.
JCP, em relação ás suas aspirações, não se pode queixar.
Eu, que de facto faço 25 anos de associado este ano, mas não posso lá ir receber o emblema (alguém o fará, por mim),aspiro a bem mais que ver o meu Belenenses em 3º a contar do fim.
Ora, o Belenenses, não tem jogadores para dar a volta a um resultado negativo,caso tal se observe no final da 1ª parte, pelo que devia o o treinador que a gente lá tem saber melhor optimimizar os recursos disponíveis e ele sabe que são escasssos.
Ainda me lembro do despedimento do Mortimore, o qual, na prática, foi despedido pela sua passividade no banco de suplentes.
Comparada a passividadde de um com outro, preferia a do Mortimore, mas como nos venderam a idéia que não há dinheiro para nada, entendo que melhor faria a SAD, se não quiser correrr riscos desnecessários, equacionar a hipótese de um outro treinador.
Um treinador não tem de subserviente a uma SAD, antes terá de impôr a sua opinião.
E nem neste aspecto a gente vê ele discutir coisas com a SAD.
Este rumo a ser foissilizado, poderá conduzir-nos a ter de fazer muitas contas no final do campeonato e disso ando eu farto.
Repare-se que a minha ambição seria ter um bom treinador, tanto mais que nós sempre tivemos bons treinadores, os quais íam tapando as insuficiências dos plantéis colocados à sua disposição, pelo que a referênvia a esses dois treinadores mais não era que não seja a aceitação de vivermos uma situaçõa económio-financeira (perdi a AG) algo conturbada.
Mas interrogo-me se não seria de correr menores riscos ir-se buscar um treinador que perceba da poda que andarmos aqui com um treinador, do qual, até à data, faz tudo quanto a SAD manda, quase fazendo lembrar a estória do fugitivo em relação ao JJ ( eu contrata e tu treinas).
Etiquetas: Clube, SAD, Treinador


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